sexta-feira, 22 de março de 2013

DUTRA LEILÕES - CADERNO CULTURAL A REVISTA


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DUTRA LEILÕES

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Exposição: 3 a 12 de março de 2018 – de 14 às 21 h
Leilão:13, 14 e 15 de março de 2018 - terça a quinta-feira - à partir de 21:00 h
Local da exposição e do leilão: Rua João Lourenço, 79 - Vila Nova Conceição – São Paulo – SP
 Informações:Tel.: (11) 3887-3234 / 9 5040-7337 / 9 5040 8970


www.dutraleiloes.com.br / dutraleiloes@dutraleiloes.com.br


 



Leilão 139 - março de 2018




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03 A 12 DE MARÇO DE 2018
LEILÃO 13, 14, 15 DE MARÇO DE 2018


À PARTIR DAS 21 HORAS





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Local 

Rua João Lourenço, 79 

Vila Nova Conceição 

São Paulo - SP
Informações



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CATÁLOGO ANTIGO



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.            Raríssimo conjunto de cartas trocadas desde a partida da Corte para Portugal, entre o Príncipe Real D. Pedro, Regente do Brasil e seu pai D. João VI. Talvez o mais completo ou um dos mais completos conjuntos semelhantes no Brasil. Certamente aí estão as cartas mais importantes. Desde a primeira carta até a de 22 de setembro de 1822, com a definitiva separação (a chamada Cartas da Independência). Depois vem a do novo escudo de armas do Brasil, de outubro de 1822. Existe o relatório dos emissários, do qual ao que se sabe só existe este exemplar no Brasil, e nele está inserido a cópia de uma carta de D. João VI, sua majestade Fidelíssima, para seu filho Pedro, após ele já ter declarado a Independência. D. Pedro se recusou a recebê-la. Finalmente, no epílogo desta disputa, estão as cartas de confirmação e de ratificação da Independência do Brasil, por D. João VI, em 1825. Imperdível.














Música do Parnaso Dividida em Quatro Coros, Derimas Portuguses, Castelhanas, Italianas, & Latinas. "Escrita no apogeu da propagação da poesia seiscentista italiana e espanhola, mas publicada em 1705, quando já se consolidava a reação ao estilo agudo e engenhoso, Música do Parnaso, de Manuel Botelho de Oliveira, apropria-se deliberadamente do código poético instaurado por Camões, Marino e Gongora, entre outros. Não obstante, o poeta produz impressão de novidade, o que decorre não só da assimilação intrínseca daquele universo poético, mas sobretudo da ciência do idioma, o que, por si só́, garantiria êxito às pulsações de seu livro. Botelho de Oliveira, portanto, não será́ lido como poeta original nem como inoperante imitador, mas como emulador da tradição em que se inscreve. Esse é o primeiro pressuposto para a leitura do poeta baiano e também para sua classificação, tomando-o, evidentemente, como um dos momentos mais extraordinários de toda a poesia praticada no Brasil, cujo desenvolvimento, aliás, seria impensável sem o sistema de tópicas e técnicas apreendi- das na Europa" (Ivan Teixeira). Encadernação em capa dura, miolo em ótimo estado. Na Officina de Miguel Manescal, Impressor do Santo Officio, Lisboa, 1705. 235 pp. 20 x 16 cm.





D. Popular diz: Sendo nomeado chronista da ordem, empenhou todo o seu zelo em colligir noticias historicas e em folhear e decifrar os velhos documentos. "Era dotado de rara memoria, escreve Innocencio, levava a maior parte do seu tempo a ler e escrever. Comquanto se applicasse a diversas materias scientificas, parece comtudo que a paixão predominante era o estudo da historia e antiguidades, particularmente das do nosso paiz, e n'ella se tornou tão versado como bem se deixa ver dos seus escriptos. Viajou por diversas partes do reino para indagar inscripções e monumentos romanos, gothicos e mouriscos, esquadrinhando as livrarias e archivos publicos e particulares para o que estava munido de uma ordem regia. As copias dos manuscritos antigos tiradas por elle ficaram valendo como originaes, em virtude de privilegio real que assim o mandava; por isso varios sugeitos o encarregaram de pôr-lhes em ordem os seus cartorios , e tambem fez no mesmo sentido importantes trabalhos na Torre do Tombo".








Nasceu em Lisboa em 1823 e faleceu aos 37 anos. Segundo "Dic. Pop.", o seu "Novo Dicionario da lingua portugueza", livro incorretissimo , teve contudo tão rápida extracção que em pouco tempo se fizeram tres edições, apesar dos clamores dos homens entendidos, que censuravam energicamente os erros, as omissões, os desacertos d'esse livro. Feliz com umas edições, foi infeliz com outras, e a sua situação financeira era de tal forma insustentável que em 1858 partiu, ou antes fugiu para o Brazil, onde recomeçou com exito as suas empresas litterarias, Mas aconteceu-lhe o mesmo que em Portugal. Tratou de publicar alli a quarta edição do seu "Diccionario", precedendo-a de pomposos réclames, offerecendo aos assignantes brindes maravilhosos, mas quando a edição chegou a certa altura, viu-se por tal forma embaraçado que tratou de fazer no Rio de Janeiro o mesmo que fizera em Lisboa. Encontrou um especulador ingenuo, a quem vendeu a edição do seu "Diccionario", e partiu para a Inglaterra. O comprador, porem, que se chamava Elias Francisco Totta, a-chou-se a braços com uma divida à typographia, e com a perspectiva de largas despesas para concluir a obra. Communicou por annuncio publico aos assinantes da obra, allegando que, se o não ajudassem, teria de suspender a publicação. A 1ª edição do "Diccionario" saiu em 1849, em 2 volumes. A 2ª, em 1850, 4 volumes; a 3ª, em 2 volumes, ano 1855/1857; finalmente, a 4ª saiu em 1861, 2 volumes.


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LUIZ FERNANDO DUTRA

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